top of page

🔍 Cobrança Judicial: Quando sua empresa deve deixar a cobrança extrajudicial e recorrer ao Judiciário?

  • marcoscarraro
  • 28 de out.
  • 2 min de leitura

ree

A inadimplência é um dos maiores desafios enfrentados por empresas de todos os setores. Muitos gestores insistem na cobrança extrajudicial por receio de “judicializar” a situação — porém, essa hesitação pode resultar na perda definitiva do crédito e comprometer o fluxo de caixa da empresa.


Neste artigo, explicamos quando e por que sua empresa deve considerar a cobrança judicial como estratégia de recuperação de crédito.


1. A limitação da cobrança extrajudicial


E-mails, ligações e notificações são recursos importantes e, muitas vezes, eficazes no início da negociação com o devedor. No entanto, quando não há retorno ou compromisso real de pagamento, a insistência em métodos extrajudiciais pode se tornar um erro estratégico.

A cobrança extrajudicial não possui meios coercitivos — depende exclusivamente da boa vontade do devedor.

2. Quando é o momento certo para recorrer à cobrança judicial?


Sua empresa deve considerar a cobrança judicial quando:


  • O devedor se mostra resistente ou ausente;

  • O valor do crédito justifica a ação judicial;

  • Já se esgotaram tentativas amigáveis de cobrança;

  • Há risco de prescrição da dívida.


Em muitos casos, o tempo é o maior inimigo do credor. Devedores estratégicos costumam protelar justamente para dificultar ou inviabilizar a recuperação judicial do crédito.


3. Quais as vantagens da cobrança judicial?


A cobrança judicial, conduzida por assessoria jurídica especializada, permite o uso de ferramentas legais coercitivas, como:


  • Citação judicial e prazos processuais obrigatórios;

  • Protesto extrajudicial;

  • Bloqueio de contas bancárias (SISBAJUD);

  • Penhora de bens móveis e imóveis;

  • Inscrição do devedor em cadastros negativos.


Além disso, o próprio ajuizamento da ação demonstra firmeza da empresa e pode acelerar a negociação..


4. Como funciona o processo de cobrança judicial?


O processo pode variar conforme a natureza do título (cheque, duplicata, contrato, nota promissória etc.). Em linhas gerais, ele segue três fases:


  1. Petição inicial: apresentação da dívida e documentos comprobatórios;

  2. Citação do devedor: para pagamento ou defesa;

  3. Fase de execução: se não houver pagamento, o devedor pode ter bens bloqueados/judicializados.

Com o apoio de um escritório especializado, todo o processo pode ser conduzido com segurança, estratégia e agilidade.

5. Por que contar com assessoria jurídica especializada?


A cobrança judicial exige conhecimento técnico, planejamento e atuação estratégica. Cada caso deve ser analisado individualmente para evitar ações ineficazes, perda de tempo ou gastos desnecessários.


Nosso escritório atua com foco exclusivo em empresas credoras, oferecendo:


  • Análise prévia de viabilidade jurídica e econômica;

  • Atuação ética e sigilosa;

  • Estrutura técnica para conduzir processos de cobrança e execução com excelência..


💬 Precisa de ajuda?


📞 Entre em contato conosco para uma avaliação personalizada e descubra como podemos ajudar sua empresa a recuperar créditos com responsabilidade e estratégia.


📌 Sua empresa tem valores a receber e não sabe por onde começar?


Fale com nosso time jurídico e veja como podemos estruturar uma cobrança judicial eficaz, com ética, discrição e segurança.






 
 
  • Whatsapp
bottom of page